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Feminismo ou Machismo? - Matriarcado ou Patriarcado?

Última atualização em 24/07/2016

A palavra machismo está associada ao sistema patriarcal (sistema familiar e social ensinado na Bíblia, no Alcorão, no Torá e em outros livros religiosos). Neste sistema, o pai é o líder da família sob todos os aspectos. Já a palavra feminismo está associada a movimentos anti-patriarcalistas e ao sistema matriarcal (sistema mais ou menos teórico em que a mãe é a líder da família). Alguns historiadores dizem existir indícios de que o matriarcado já teria existido em algumas tribos da região africana. De qualquer modo, o sistema matriarcal é utilizado por algumas espécies de animais. A mais famosa é a hiena, onde matriarcas (fêmeas) disputam o poder a força e comandam pequenos grupos de animais. No Brasil, as feministas diziam que só queriam igualdade. Mas, nos últimos anos ficou claro que elas querem mesmo é inverter a ordem estabelecida pela Natureza e dominar sobre os homens.

Na década de 90, vários países ficaram meio desorientados com relação ao papel ideal do homem e da mulher em suas sociedades. A expansão das liberdades e a expectativa de um novo milênio tornaram esta questão um pouco complicada. No caso brasileiro, a ingenuidade modernista e o enfraquecimento do referencial religioso, pela decadência do catolicismo, levaram os políticos a optarem por uma igualdade jurídica entre homens e mulheres. Essa igualdade, de direitos e de responsabilidades, parece não estar de acordo com a natureza humana, apesar de ser compreensível a tentativa de corrigir algumas distorções existentes no passado. No entanto, sair de um extremo e ir para o extremo oposto, como se tem feito no Brasil, não é dar solução. Na verdade, é mudar de problema.

Homem e mulher são complementos um do outro e não devem ser tratados como se fossem concorrentes um do outro. Qualquer observação da Natureza comprova que toda espécie animal subsiste e se desenvolve em função da perfeita união entre macho e fêmea. Tudo funciona bem quando cada um faz a parte que lhe cabe, a parte predeterminada pela "Natureza" (pelo Deus Criador) com a adequada capacitação física e emocional tanto do macho quanto da fêmea.

Em geral, o homem é mais racional e conservador enquanto a mulher é mais sentimental e inovadora. A combinação destas características produz equilíbrio e eficiência na formação educacional e no sustento da espécie humana. De fato, tal combinação, se bem administrada, pode ajudar também na formulação das nossas leis e dos nossos princípios socais. Entretanto, precisamos nos organizar de forma a evitar disputas de poder entre homens e mulheres. As disputas entre homens e mulheres geram violências dentro da própria família e comprometem a sociedade também.

A igualdade absoluta e irrestrita, como querem alguns grupos feministas, não foi planejada pela natureza nem mesmo entre o lado esquerdo e o lado direito do ser humano. Se dividíssemos o corpo humano exatamente ao meio, de forma que fizéssemos duas metades simétricas, ainda assim estas metades não seriam totalmente iguais. Em geral, o lado direito é líder sobre o lado esquerdo: a mão esquerda ajuda a escrever, mas é a mão direita que escreve - o pé esquerdo participa igualmente de toda a corrida, mas é o pé direito que normalmente chuta a bola. A liderança, na maioria dos casos, é uma necessidade real e tem a finalidade de organizar, disciplinar e, portanto, não pode ser desrespeitada. É bom lembrarmos, também, que, "todo o reino dividido contra si mesmo, será assolado; e a casa dividida contra si mesma, cairá." (Palavras de Jesus cristo em Lucas 11:17). Em outras palavras, toda sociedade, toda família, todo casal dividido contra si mesmo e sem liderança, sem hierarquia, com certeza fracassará.

Se considerarmos que a espécie humana é composta de duas metades (uma metade feminina e uma metade masculina), então o nível de diferença entre a metade esquerda e a metade direita, do corpo humano, pode ser um ótimo referencial para compreendermos as diferenças jurídicas, civis e sociais que devem ser preservadas entre a metade humana feminina e a metade humana masculina. Já é evidente que as diferenças entre homem e mulher não são tão grandes como se praticava nos séculos passados ou como ainda se pratica nos países muçulmanos. Entretanto, tais diferenças não deixaram de existir.

Infelizmente, nas décadas de 80 e 90, grupos anti-cristãos usaram a televisão brasileira para convencer inúmeras mulheres a se rebelarem contra os homens. Tais grupos usavam o argumento da igualdade total visando, na verdade, destruir a família tradicional e popularizar práticas pagãs na sociedade brasileira. Precisamos entender esta anormalidade e nos preparar para combatê-la, da mesma forma que combatemos a gripe, a dengue, a prostituição, a apologia às drogas, a marginalidade, etc...

Uma boa relação entre marido e mulher deve ser semelhante à relação entre a metade direita e a metade esquerda do corpo humano. A metade direita não explora nem menospreza a metade esquerda, mas também não deixa de exercer sua natural liderança. Imagine o que aconteceria se a mão esquerda e a mão direita tentassem ao mesmo tempo levar o garfo até a boca?

A mão esquerda e a mão direita são mais ou menos iguais, mas têm finalidades ligeiramente diferentes. É óbvio que se a mão esquerda começar a se rebelar e tentar ocupar o lugar da mão direita, ou vice-versa, todo o corpo sairá prejudicado.

Hoje em dia é natural que a mulher queira participar ativamente do mercado de trabalho e, com certeza, ela deve ter liberdade para fazê-lo. Entretanto, temos que considerar também que a principal missão que a Natureza preparou para a mulher não é a de sustentar a família. Na verdade, é a de gerá-la e educá-la com o sentimentalismo, o amor e a paciência que lhe são peculiares. Ao homem foi preparado a missão de sustentar e de proteger a família, já que está dotado de maior frieza emocional e de um porte físico mais adequado a esta tarefa. Portanto, o Brasil precisa encontrar uma forma mais flexível para atender os interesses individuais de mulheres e de homens, sem, no entanto, prejudicar os interesses da família. A família "normal" (pai, mãe e filhos) é a base da existência humana e sem ela não haveria mulheres nem homens para pleitear qualquer direito individual.

A mulher brasileira precisa reavivar sua divina missão e agir com sabedoria e prudência na hora de avaliar os estímulos feministas e esquerdistas veiculados na Internet e na TV. Em geral, as "personalidades" da TV estão interessadas em obter fama e ganhar dinheiro a qualquer custo. Elas não estão nem um pouco preocupadas com o futuro do país e do povo brasileiro. As personalidades que aproveitam as idéias feministas para propagar rebeldia conjugal, vestimentas indecentes, sodomia, imoralidades, afronta e desrespeito, são pessoas de ideais pagãos. São simples adoradores dos prazeres físicos e do dinheiro e não levam em consideração nenhum dos mandamentos de Deus. Portanto, não são exemplos a serem seguidos pelas pessoas que querem viver decentemente, ter uma vida sadia, estável e pacífica.

Extraído do Livro Renasce Brasil capítulo 18 - download gratuito
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Autor: Valvim Dutra

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Nota: Este artigo é a expressão do pensamento e opinião pessoal do autor, resguardada e protegida pelo direito constitucional inviolável da liberdade de expressão no Brasil. O autor é o único responsável pelas ideias e opiniões expressas acima.

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