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Prevenção da Aids que realmente funciona

Última atualização em 29/01/2017

Aids-prevenção-2016 As pesquisas internacionais, de 2016, confirmam que o Brasil é um dos poucos países onde a Aids está aumentando dia após dia. No restante do Mundo, a Aids vem diminuindo com a adoção de políticas conservadoras corretas. Só o Brasil está andando na contramão, com políticas promíscuas e levianas. Veja um vídeo do "Jornal Hoje" denunciando essa situação.

Já é tempo de o povo brasileiro compreender que conceitos anticristãos e esquerdistas dificilmente conseguirão dar boas soluções aos problemas de Saúde Pública brasileira. Os adeptos destas filosofias concebem projetos muito bem maquiados por fora, mas, internamente, são falhos e ineficientes. As campanhas de prevenção da Aids, dos últimos anos, estão muito mais para propaganda de promiscuidade sexual do que campanhas de prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Estas propagandas estão, na verdade, ensinando crianças a fazerem sexo antes do tempo.

As propagandas de camisinha, por exemplo, são de alto risco porque a Aids é consequência dos ambientes promíscuos. Por isso, as campanhas que indiretamente estimulam a promiscuidade (a multiplicidade de parceiros, sob o título de "sexo seguro"), acabam aumentando a proliferação da Aids especialmente entre os jovens e os adolescentes. Note que, se para um adulto maduro já é difícil interromper um "aquecimento" para vestir esse preservativo, imagine para um adolescente na flor das descobertas. Além disso, os adolescentes estão sendo estimulados a fazer sexo cada vez mais cedo por estas próprias campanhas que deveriam estar minimizando, e não agravando o problema.

Em 1999, algumas campanhas chegaram ao absurdo de comparar e substituir o anel de casamento por camisinha. Uma visão totalmente pagã e que só serve para multiplicar ainda mais todos os problemas de origens sexuais. A pessoa tem que ser muito ingênua para acreditar que um casal, que vive junto como marido e mulher, vai usar camisinha frequentemente em obediência às propagandas do Ministério da Saúde.

As campanhas atuais podem promover alguns esclarecimentos realmente benéficos, mas servem também para popularizar o sexo entre crianças e adolescentes, estimular a prostituição juvenil, enfraquecer os laços familiares e propagar a vulgaridade e o desrespeito que resultam em violências.

Se marido e mulher precisam se prevenir contra a Aids, esta prevenção passa principalmente pela fidelidade conjugal, e não pelo uso de camisinha. A expansão da Aids nunca foi uma simples conseqüência da prática sexual. Na realidade, ela é conseqüência da depravação sexual, e é essa depravação que precisa ser combatida com um padrão de comportamento menos vulgar.

As filosofias que tentam solucionar problemas sociais com técnicas paliativas e "jeitinhos", sempre resultam num tiro pela culatra. Os índices estatísticos estão freqüentemente nos noticiários para comprovar esta realidade. A gravidez indesejada, a prostituição juvenil, os estupros, a própria Aids e outras doenças de origens sexuais aumentaram principalmente entre os jovens e adolescentes. Portanto, temos que abandonar as filosofias ateias e pagãs e aplicar os princípios cristãos (estimulando a conduta cristã) para colhermos bons resultados imediatos e permanentes.

Se o Ministério da Saúde abandonasse as propagandas de técnicas sexuais aparentemente "seguras", e usasse de métodos respeitosos e reverentes para ensinar o adolescente a conter-se, aguardando a idade adequada (ocupando-se com atividades esportivas, por exemplo), e procurando encontrar um único companheiro(a) para uma vida a dois, o Brasil reduziria muitos problemas de saúde e reduziria também muitos outros problemas sociais provocados pela promiscuidade (infidelidade) e precocidade sexual.

É natural que os jovens e adolescentes não consigam seguir à risca esta orientação, mas passariam a olhar com muito mais respeito para esta questão. O simples silêncio do governo, e da mídia, já seria melhor do que a atual publicidade de sexo que estas instituições vêm fazendo entre crianças e adolescentes. O sexo é maravilhoso e útil no tempo adequado, "precocemente" é destrutivo e gera graves conseqüências sociais. Toda publicidade de "camisinha", seja na rua ou na TV, torna-se danosa à sociedade porque transforma-se, abertamente, em propaganda de sexo explícito.

A persistência do assunto sexo, erotismo e namoro infantil na mídia (mesmo sob a desculpa de prevenção à saúde e educação sexual), pode transformar o Brasil num grande prostíbulo, onde as pessoas não sabem mais, sequer, a que sexo pertencem. Na minha opinião, o comportamento promíscuo já está gerando crianças deformadas e com as mais diversas anomalias humanas, sejam físicas, de identidade sexual, psíquicas e comportamentais.

Precisamos dar um pouco mais de crédito aos ensinamentos bíblicos para visualizarmos as verdadeiras soluções.

Extraído do Livro Renasce Brasil capítulo 10 - download gratuito
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Autor: Valvim Dutra

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